Tuesday, August 16, 2011

Disentis 2011

Tuesday, March 8, 2011

Swiss league 2011 - task 2, Verbier

Monday, July 26, 2010

5 days 5 flights

5 days 5 flights, JLC 2010 - Grindelwald from Nelio Barros on Vimeo.

2010 JLC in Grindelwald.

Sunday, April 18, 2010

Le tour du lac.

annecy: lake, clouds. from Kinesthesia on Vimeo.

After studying some tracklogs I was able to do Le tour du lac.



Já era a segunda vez que eu ia a annecy com a ideia de fazer o tour du lac, mas na primeira estava tudo encoberto e nem sequer cheguei a descolar.

Subi cedo à boleia para a descolagem, almocei calmamente, preparei o equipamento e só quando vi que já havia gente acima da descolagem parti.

O dia parecia estar a começar lentamente, era visível uma inversão a cerca de 1400m, que me fazia bater no topo da térmica e cair novamente dela. Algumas asas no dent de lanfon indicavam me que já era possível subir mais, mas para tal concerteza eu teria que encostar na montanha. Fui sozinho e encontrei uma térmica que me fez subir e furar a inversão, quando pouco depois algumas asas se juntaram a mim. Subimos até aos 2200, e alguns pilotos partiram em cross, mas numa direcção em que eu não queria seguir, para além de que não os ia conseguir acompanhar, pois estavam a voar em asas de comp.
Vi um piloto a fazer a transição para veyrier, e eu não muito convicto segui na mesma direcção. Parecia me um pouco cedo ainda, mas não queria perder a altitude que tinha ganho e nem ficar no mesmo lugar sem aprender nada.

É em veyrier que apanho sempre as térmicas mais violentas, Cheguei acima dele com cerca de 1500, preocupado em não descer abaixo da inversão. Com alguma paciência e com a ajuda do piloto que tinha seguido a minha frente, consegui encontrar uma térmica que me levou aos 2100. Eu sabia que com 2100 podia chegar acima do Semnoz, tinha feito o tour du lac todo em simulador no google earth, e parti sozinho mas a vislumbrar alguns pilotos já a acabar a travessia de annecy.

A chegada foi fácil, mas depois subir não foi. O Semnoz é um monte flat, coberto por árvores e sem aterragens no topo. Encostei me à direita pra apanhar algum termodinamico, e já tinha começado a escolher um campo para aterrar, quando vejo mais duas asas que tinham partido para a transição atrás de mim. Voltei para me juntar a elas e consegui subir novamente. Notei que as outras asas enrolam muito "aberto" quando chegam ao cimo das térmicas, e comecei a fazer o mesmo. Não creio que seja para optimizar a subida, mas sim pra procurar outros núcleos mais fortes. Segui o caminho e entrei numa grande descendente. Novamente tinha escolhido um campo para aterrar quando apanhei uma nova térmica que me levou para os 1800. Eu já começava a considerar atirar me pra trás, mas ainda estava baixo, por isso resolvi andar por ali até encontrar uma termica que me levasse mais alto, e consegui subir até aos 2000.

Aquele parecia o momento para sair antes que ficasse novamente baixo, e virei costas ao vento. Comecei a ficar preocupado com o rotor do monte, quando apanhei a térmica mais forte do dia que me catapultou para os 2400. Tracei uma linha recta até ao ponto que tinha marcado na crista de Boeufs, aonde tinha avistado uma série de asas a voar em paralelo à crista.

A minha transição fez se directamente do Semnoz até ao outro lado do lago, passando perpendicularmente à crista de Boeufs, e novamente por cima do lago o vento sentia se forte, com vários carneiros à vista.

Aterrei ao lado da estrada, contente pelo voo que tinha feito.

Lições aprendidas:
-Enrolar mais tranquilamente em altitude. As térmicas estão mais definidas e não há necessidade de forçar o centro do núcleo.
-O dia só acaba depois de aterrar,e quando próximo do relevo persistir no zero mantendo até subir em vez de tentar encontrar uma térmica noutro lugar.
-É muito importante voar com uma rota definida. Os meus melhores voos até hoje sempre tinham um goTo no GPS.
-Aprender as particulariedades do terreno no google maps, e "fazer" o voo de outros pilotos no simulador é fundamental para o sucesso no terreno.

http://www.xcportugal.com/modules.php?name=leonardo

Saturday, January 16, 2010

Objectivos 2010

- understand Lee flying.
- participate in at least 2 big competitions (excluding Swiss league weekends)
- Make goal 1 out of 2 times.
- Make a 100k flight (straight line or triangle)
- Make a +6h flight.

Monday, December 7, 2009

SwissLeague

Fui hoje aceite para participar na Swiss League. Para quem não sabe, para além de ser o campeonato CH, é também um campo de "treino". E o primeiro é já em fevereiro.


Tuesday, July 21, 2009

k de Artik



Comprei uma artik em segunda mão mas ainda a cheirar a novo, com o primeiro ordenado que recebi, e a experiência do voo livre mudou completamente.

Meti me logo no ar em Annecy para fazer o primeiro voo, e com alguma cautela passei os primeiros 15, 20 minutos a estudar a asa (assimétricos, orelhas, enrolar, etc) até que finalmente subi e me juntei a uma espécie de competição que estava a decorrer lá. Fiz um ou 2 pontos com eles, mas depois atirei me de qualquer maneira para o outro lado do lago, aonde ainda era cedo mas já estava a funcionar. Com o nervosismo de não conhecer a asa, e com um piloto que marrecou por baixo de mim decidi ir aterrar, só pra ver uma série de pilotos 5m depois no mesmo sitio em que eu estava a subir. A lição aqui é observar o sitio pra onde se vai, se tem nuvem ou não tem..

De qualquer forma o voo foi tranquilo, comparado com o segundo e terceiro voos que fiz com a artik, em Sonchaux e Annecy novamente. Literalmente resolvi aterrar vencido pelo cansaço. A asa voa lindamente, mas exige muito em termos de pilotagem. Em annecy foram duas horas de voo, com 2 horas a pilotar, e mal tive tempo pra tirar umas poucas fotos. Em resumo a asa esta me a ensinar a voar novamente, transmite muita informação a que eu não estou habituado, mas além de um ou outro fecho mansinho tem se portado muito bem. No entanto o único pensamento que me passa pela cabeça quando estou no ar é que não sei como é que alguém pilota asas de competição.. Vou assumir que sou muito maçarico e que com o tempo vou me habituar a apanhar no ar.