Monday, May 12, 2008

Vendo material.

Selling wing and harness.

Up Kantega 2 de 2007. (DHV 1-2)~
Tamanho S
Sempre dobrada em concertina
Está a venda porque vou comprar uma DHV2
38 voos. (cerca de 63 horas)





E uma sellet Up Everest M de 2006
também em excelente estado.


Contacto traviz (@) netcabo (ponto) pt

Castelo de Vide 2008

Já está no ar o site da primeira prova do campeonato português de parapente 2008.

Desta vez eu fui o responsável por criar a imagem e o site do evento que podem visitar abaixo:





Agora é so preparar as baterias para aquela que vai ser a minha primeira competição em parapente.

Thursday, May 1, 2008

Azinha, o resumo dos erros.

Tracklog:
http://www.xcportugal.com/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=6376
http://www.xcportugal.com/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=6377

PBLH: 0.1952E+04
05 de Abril 2008
As decisões precipitadas:
No primeiro voo em que cai pro vale de Manteigas, eu desde o topo da primeira térmica que havia vindo com o Paulo Nunes por cima da crista. E já ai cometi um erro. O dia era de vento quase zero, mas no entanto haviam ali umas brisas locais, o que me levou a interpretar tudo como se houvesse vento. Fiz o voo todo a contar com uma deriva da térmica que provavelmente não existia.
Em vez de ter feito a crista mais do lado do Sol, fiz mais do lado da sombra a contar com a tal deriva.
A precipitação que me fez ir para o chão foi não esperar subir mais para continuar em frente.
O dia tava difícil nessa hora, e não se passava dos 1900. Eu tava nos 1700 e como o P Nunes seguiu pela crista um pouco mais alto que eu eu resolvi ir também Ele do lado certo da crista apanhou uma térmica que o levou mais pra cima ainda, e eu pensei que mais à frente apanharia também Não apanhei, e vi me do lado errado da crista a cair. Já não dava pra voltar pro certo porque tinha vento de frente e fui por ali abaixo que nem um desalmado.
Moral -> mais vale voltar um pouco e tentar subir mais aonde sabes que sobe do que ir pra frente que nem um parvinho crente.
Aterrei com alguma violência em Manteigas a -2 e decidi não voar mais nesse dia. Ainda por cima o Miguel disse pra eu arranjar uma boleia pra baixo. Por acaso arranjei mesmo, e fiquei sentado cabisbaixo em frente aos belgas. Quando passa a carrinha, resolvi ir pra cima, e fui pro segundo voo.
Térmica limpinha da deco até aos 3400. Subi a com o Nuno Virgílio, que se pos a andar mais rápido do que eu era capaz de o acompanhar, e quando o perdi pensei que ele tivesse seguido naquela direcção (sudoeste sensivelmente pra fora da serra).
Eu numa de tentar fazer km, segui também. Passei por Linhares que tinha o vento de lado e resolvi não ir lá fazer nada, e nunca mais peguei nenhuma ascendente.
Moral -> A gulodice paga se caro. Se eu tivesse ficado na serra e ido até à torre de novo tinha feito um triângulo bem jeitoso.

Total: 16 km em 53 minutos.


track:
http://www.xcportugal.com/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=6375

CAPE: 0.3456E+02
PBLH: 0.2766E+04
06 de Abril:
A previsão era descambar, por isso o meu pensamento era descolar o quanto antes.
Já com um cumulo enorme por cima da deco, eu lanço me pouco depois do saiote e de outro alemão. O Lacerda tava a fazer doce na descolagem, eu devia ter desconfiado...
Não aprendendo com a moral do dia anterior e com medo da nuvem, não só descolei demasiado cedo (quase hora e meia antes do Lacerda) como uma vez no topo e baixo (1900) lancei me pro XC outra vez. Por pouco não conseguia chegar na crista que fica antes de Gonçalo, e ai insisti um pouco e subi uns 200 metros mas já era tarde. Não estava nada a funcionar e apanhei uma descendente contra o vento em direcção à aterragem que eu tinha definido. Passado cerca de 20 minutos vejo 4 manos estratósfericos a passar por cima de mim.
Moral -> que raio. é pra aprender.



Total: 9,8km em 1:03

Agora aposto que no próximo voo vou ficar a engonhar até não dar pra descolar.

Alcaria ruiva, 23km

PBLH: 0.1393E+04
CAPE: 0.3494E+01
21/03/2008
Logo na saída, resolvi descolar depois do Paulo Nunes pra poder fazer o voo com ele, e entretanto andavam ali uns 2 ou 3 pilotos que me podiam servir de referencia no ar. Dei umas poucas voltas e fui um pouco pra frente, quando apanhei a térmica que me levou até quase á nuvem. O vento ali tava forte pra minha asa, virado contra vento eu andava prai a 5 ou 8 km por hora as x. Cena estranha que me apercebi que eu subia mais na térmica quando me punha de costas pro vento, normalmente é ao contrario cmg. Lá subi, e vi o Ivo (que na altura não sabia quem era) a enrolar um pouco mais afastado do monte, fui derivando na térmica até me encontrar com ele, e
partilhamos durante um bom bocado. Lá em cima, a coisa ia mantendo uma leve ascendente, então meti o acelerador à cão e levei um fecho. É pra aprender.
Depois foi uma descendente brutal durante bue tempo, nunca mais consegui subir tanto outra x. A partir dai, comecei a medir os campos que se aproximavam para aterrar, via tudo á sombra e uma cobertura enorme de cirros por cima. Procurei escolher as partes em que o sol estava mais claro, e segui a direita da estrada que era menos acidentada e podia aterrar de qualquer maneira. De x em quando lá encontrava um zero, enrolava, derivava, subia um pouco, descia outro tanto, e fui assim no voo do crocodilo até Alcaria de Javazeres. Depois fiquei "preso", tinha tado a voar sempre por cima da estrada pra não ficar apeado, e não me apercebi que depois dessa aldeia a estrada era de terra. Já não tinha planeio pra voltar a Nacional, então resolvi tentar subir ali, eu tinha de estar alto pra passar aquele bocado sem caminhos. Depois de algumas voltas apanhei uma descendente e fui pro chão, porque já estava muito baixo.

Não houve muito bem uma estratégia pra fugir ao pelotão. Houve uma altura na primeira térmica que aquilo começou a não subir muito o Ivo continuou a enrolar, e eu resolvi ir me embora. Logo depois arrependi me porque nunca mais parava de descer, e o Ivo tava lá bue em cima, mas já tava feito eu tinha era de ir pra frente.

Eu curti bastante do spot hehe, fiz o voo meio sem querer mas pronto. Na próxima x: -Escolho o terreno mais acidentado pra voar por cima e nada de sair no sotavento da térmica (eu acredito sempre que desta vez não vai ter uma descendente)


Foi técnica ou sorte ter me safado? Eu acho sempre que é mais sorte. Esqueço a técnica toda quando vou voar, e sigo por ali um bocado por instinto.
Normalmente eu "esbarro" com as térmicas, ou a asa me puxa pra lá.

tracklog:
http://www.xcportugal.com/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=6167



Total 23km em 1:02 minutos.